Ne 4.1Sambalate ficou furioso quando soube que estávamos reconstruindo o muro. Ficou indignado e dirigiu muitos insultos contra nós,
Ne 4.2caçoou de nós, e a mesma coisa fizeram os seus amigos e os oficiais do exército samaritano. “O que esse punhado de judeus pobres e fracos pensa que está fazendo?”, caçoava ele. “Será que eles pensam que podem reconstruir o muro em um dia? Será que oferecerão sacrifícios ao Deus deles? E olhem para essas pedras queimadas que eles estão arrastando dos montes de entulho e usando novamente!”
Ne 4.10Então alguns dos chefes começaram a falar: “Os trabalhadores estão ficando cansados, e ainda há muito entulho. Como vamos terminar a reconstrução desse muro?”
Ne 4.12Então os judeus que habitavam perto deles vieram e dez vezes nos disseram: “Eles nos atacarão de todos os lugares”.
Ne 4.16Porém, desse dia em diante, somente a metade trabalhava, enquanto a outra metade permanecia armada de lanças, escudos, arcos e couraças. Os oficiais davam apoio a todo o povo de Judá
Ne 5.1Por esse tempo houve um grande grito de protesto tanto de homens como de mulheres contra os seus irmãos judeus.
Ne 5.8No julgamento, disse a eles: “Nós, os que restamos, fazemos tudo o que podemos para comprar de volta nossos irmãos judeus que haviam sido vendidos aos outros povos, mas vocês estão até vendendo os seus irmãos! Quantas vezes temos de pagar para que nossos irmãos fiquem livres?” E eles nada tinham para dizer em sua própria defesa.
Ne 5.14Durante os doze anos em que fui governador de Judá, desde o vigésimo ano do reinado do rei Artaxerxes, até o trigésimo segundo ano do seu reinado, meus ajudantes e eu não aceitamos salários nem outra assistência do povo de Israel.
Ne 5.17Além disso, cento e cinquenta homens, entre judeus do povo e seus oficiais, comiam à minha mesa, além dos visitantes das nações vizinhas.
Ne 6.6que dizia assim: “Gesém me diz que por toda parte aonde ele vai, ouve dizer que os judeus planejam uma revolta, e é por isso que vocês estão construindo o muro. Ele afirma que você planeja ser o rei deles. Isso é o que andam dizendo por aí.
Ne 6.7Ele também conta que você nomeou profetas que fazem campanha a seu favor em Jerusalém, dizendo: ‘Olhem! Há um rei em Judá!’ Você pode ficar certo de que vou levar essas notícias ao conhecimento do rei Artaxerxes! Por isso, vamos nos encontrar e conversar a respeito dessa situação”.
Ne 6.17Durante aqueles cinquenta e dois dias muitas cartas iam e vinham entre Tobias e os ricos políticos de Judá,
Ne 6.18pois muitos em Judá haviam jurado lealdade a ele porque o sogro dele era Secanias, filho de Ara, e seu filho, Joanã, havia se casado com a filha de Mesulão, filho de Berequias.
Ne 7.6Eis a relação dos nomes dos judeus que voltaram para Jerusalém e para Judá depois de serem escravizados pelo rei Nabucodonosor da Babilônia,
Ne 11.3O povo de Israel, os sacerdotes, os levitas, os servidores do templo e os descendentes dos oficiais de Salomão continuaram a viver em suas próprias casas nas várias cidades de Judá. Estes são os líderes da província que passaram a morar em Jerusalém.
Ne 11.4Habitaram em Jerusalém tanto pessoas de Judá quanto de Benjamim: Da tribo de Judá: Ataías, filho de Uzias; Uzias era filho de Zacarias; Zacarias era filho de Amarias; Amarias era filho de Sefatias; Sefatias era filho de Maalaleel, um descendente de Perez;
Ne 11.20Os demais israelitas, incluindo sacerdotes, levitas e o povo, moravam cada um na propriedade de sua herança.
Ne 11.24Petaías, filho de Mesezabeel, descendente de Zera, filho de Judá, ajudava o rei em todos os assuntos de administração pública.
Ne 11.25Estas eram algumas das vilas onde o povo de Judá morou: em Quiriate-Arba, em Dibom, em Jecabzeel e seus povoados,
Ne 11.36Alguns dos levitas que moravam em Judá foram morar com a tribo de Benjamim.
Ne 12.31Eu levei os chefes de Judá para cima do muro e dividi o coro em duas fileiras compridas, que caminhavam em direções contrárias, dando graças enquanto andavam. Um grupo ia para a direita em direção à porta do Monturo.
Ne 12.32Hosaías e metade dos líderes de Judá os seguiram.
Ne 12.44Naquele mesmo dia foram nomeados os homens encarregados dos depósitos, das ofertas movidas, dos dízimos, das ofertas dos primeiros frutos das colheitas. Esses homens recolhiam das lavouras ao redor das cidades as contribuições exigidas pela Lei de Moisés. Essas ofertas eram destinadas aos sacerdotes e aos levitas, pois o povo de Judá estava satisfeito com os sacerdotes e os levitas e com o trabalho que faziam no templo.
Ne 13.12E mais uma vez todo o povo de Judá começou a trazer os dízimos de cereais, do vinho novo e do azeite de oliveira para o depósito do templo.
Ne 13.15Um dia eu estava numa plantação e vi alguns homens pisando nos tanques de prensar uvas no sábado. Além disso, transportavam feixes de trigo, e carregavam os jumentos com vinho, uvas, figos, e todo tipo de mercadoria para Jerusalém. Chamei a atenção deles em público para não vender alimento nesse dia!
Ne 13.16Havia também alguns homens que vinham de Tiro, que moravam em Jerusalém, trazendo peixe e todo tipo de mercadoria para vender esses artigos ao povo de Judá, no sábado.
Ne 13.17Então perguntei aos chefes de Judá: “Por que vocês estão profanando o dia de sábado?
Ne 13.23Nessa mesma ocasião, vi que alguns dos judeus haviam se casado com mulheres de Asdode, de Amom e de Moabe.
Et 2.5Ora, na cidadela de Susã havia um judeu chamado Mordecai, filho de Jair; Jair era filho de Simei e Simei era filho de Quis, da tribo de Benjamim.
Et 2.6Mordecai tinha sido preso quando o rei Nabucodonosor destruiu Jerusalém, e fora levado cativo para a Babilônia junto com Joaquim, rei de Judá e com muitos outros.
Et 3.4Dia após dia eles lhe falavam, mas ele continuava desobedecendo. Por fim, eles falaram com Hamã a respeito do caso, para ver se Mordecai não ia ser castigado pelo fato de ser judeu, pois este foi o motivo que Mordecai apresentou para não obedecer à ordem do rei.
Et 3.6Contudo, resolveu não prender somente Mordecai. Ele pretendia castigar todo o povo de Mordecai, os judeus, e destruir todos eles em todo o reino de Xerxes.
Et 3.10O rei aceitou a proposta, e confirmou a decisão retirando do dedo o seu anel e o deu a Hamã, filho de Hamedata, o agagita, inimigo dos judeus, dizendo:
Et 3.13Então as cartas foram enviadas por mensageiros a todas as províncias do império, e determinavam que os judeus — jovens e velhos, mulheres e crianças — deveriam ser eliminados num único dia, ou seja, no décimo terceiro dia do décimo segundo mês, o mês de adar, e os bens deles seriam dados aos homens que cumprissem essa determinação.
Et 4.3E em todas as províncias em que chegou o decreto do rei havia grande desespero entre os judeus; eles começaram a jejuar, a chorar e a se lamentar. Muitos deles se deitavam em panos de saco e em cinzas.
Et 4.7Ele ouviu toda a história de Mordecai e sobre a quantia de prata que Hamã tinha prometido pagar ao tesouro do rei, em troca da destruição dos judeus.
Et 4.13mandou esta resposta a Ester: “Você pensa que pode escapar porque mora aí no palácio, quando todos os outros judeus forem mortos?
Et 4.14Se você ficar calada numa ocasião como esta, o socorro e o livramento virão de outra parte para os judeus, mas você e os parentes do seu pai morrerão. Quem sabe se não foi para uma ocasião como esta que você foi escolhida como rainha?”
Et 4.16“Vá e reúna todos os judeus de Susã; façam jejum por minha causa. Não comam nem bebam nada durante três dias e três noites; eu e as minhas criadas vamos fazer o mesmo. E depois, ainda que seja contra a lei, irei ao rei; se eu tiver de morrer, morrerei!”
Et 5.13Depois ele disse mais estas palavras: “Porém, tudo isto não me dará satisfação, enquanto eu vir aquele judeu Mordecai sentado bem em frente ao portão do palácio real”.
Et 6.10“Ótimo!”, disse o rei a Hamã. “Vá depressa pegar o manto e o meu cavalo, e faça ao judeu Mordecai o que você descreveu. Ele está sentado no portão do palácio do rei. Faça tudo como você disse; não se esqueça de nenhum detalhe”.
Et 6.13Quando Hamã contou a Zeres, sua mulher, e aos seus amigos o que tinha acontecido, eles disseram: “Se Mordecai é judeu, você não vai lucrar nada com os seus planos contra ele. Você não terá condições de enfrentá-lo. Você ficará arruinado”.
Et 8.1Ester pede a revogação do plano contra os judeusNaquele mesmo dia, o rei Xerxes deu à rainha Ester todos os bens de Hamã, o inimigo dos judeus. E Mordecai foi trazido à presença do rei, porque Ester contou que ele era seu parente.
Et 8.3Mais uma vez Ester veio perante o rei e se ajoelhou aos pés dele, pedindo com lágrimas nos olhos que mandasse suspender o plano maligno de Hamã, o agagita, contra os judeus.
Et 8.5“Se for do agrado do rei, e se posso contar com o seu favor, e se o que pedir for justo, mande uma ordem para que não seja executado o plano de Hamã, filho do agagita Hamedata, de destruir os judeus em todas as províncias do rei.
Et 8.7Então o rei Xerxes disse à rainha Ester e ao judeu Mordecai: “Já dei a Ester o palácio de Hamã e ele foi enforcado porque tentou matar vocês.
Et 8.8Agora, escrevam outro decreto aos judeus, em nome do rei, em favor dos judeus, como lhes parecer melhor, e coloquem o sinal do anel do rei, pois um documento escrito em nome do rei e selado como o seu anel não pode ser revogado”.
Et 8.9Imediatamente foram chamados os secretários do rei, no vigésimo terceiro dia do terceiro mês, o mês de sivã. Os secretários escreviam conforme Mordecai ia falando. Era uma lei para os judeus e para os oficiais, os governadores e os príncipes de todas as províncias, desde a Índia até a Etiópia, num total de cento e vinte e sete províncias. Essas ordens foram escritas na linguagem que o povo de cada província podia entender.
Et 8.11O decreto do rei concedia aos judeus em toda parte o direito de se reunirem em defesa de suas vidas, suas mulheres e filhos, e destruir todos os que viessem com armas contra eles, e para tomarem os bens desses inimigos.
Et 8.13A carta ainda dizia que se devia mandar uma cópia desse decreto a todos os povos, a fim de que os judeus se preparassem para vingar-se dos seus inimigos.