1Sa 24.22Então Davi prometeu que assim seria. Saul voltou para sua casa, mas Davi e seus homens foram para a fortaleza.
1Sa 25.44Nesse meio-tempo, Saul tinha dado a sua filha Mical, mulher de Davi, a um homem de Galim, por nome Paltiel, filho de Laís.
1Sa 26.1Saul desce ao deserto de Zife atrás de DaviEntão os homens de Zife voltaram a Saul, em Gibeá, e disseram: “Davi voltou ao deserto, e está escondido na colina de Haquilá, em frente do deserto de Jesimom”.
1Sa 26.2Diante disso, Saul levou três mil dos melhores soldados escolhidos de Israel, e saiu em perseguição a Davi.
1Sa 26.3Saul acampou junto à estrada na colina de Haquilá, em frente ao deserto de Jesimom, onde Davi estava se escondendo. Porém, Davi ouviu falar da chegada de Saul
1Sa 26.4e enviou espias para saber se Saul havia de fato chegado.
1Sa 26.5Então certa noite Davi foi até o acampamento de Saul para ver o que se passava por lá. O rei Saul e Abner, filho de Ner, comandante do exército, estavam dormindo. Saul estava deitado no acampamento, e o seu exército estava acampado ao seu redor.
1Sa 26.6Davi dirigiu-se ao heteu Aimeleque e a Abisai, filho de Zeruia, irmão de Joabe: “Quem vai descer comigo até o acampamento de Saul?” “Eu desço com o senhor”, respondeu Abisai.
1Sa 26.7Assim Davi e Abisai foram ao acampamento de Saul à noite e o encontraram dormindo, com sua lança fincada no chão, junto à sua cabeça. Abner e os soldados dormiam à sua volta.
1Sa 26.12Assim Davi tomou a lança e o jarro de água, que estava perto da cabeça de Saul, e eles saíram sem que ninguém os visse; ninguém percebeu nada e ninguém acordou, porque o Senhor fez com que eles caíssem num sono profundo.
1Sa 26.17Saul reconheceu a voz de Davi, e disse: “É você, meu filho Davi?” E Davi respondeu: “Sim, ó rei, meu senhor, sou eu”.
1Sa 26.21Então Saul confessou: “Pequei! Volte para casa, meu filho Davi, e não mais procurarei fazer mal a você; pois hoje você me salvou a vida. Tenho agido como um tolo, e tenho cometido um grave erro”.
1Sa 26.25Então Saul disse a Davi: “O Senhor abençoe você, meu filho Davi. Você praticará atos heroicos e será um grande conquistador”. Então Davi foi-se embora, e Saul voltou para sua casa.
1Sa 27.1Mas Davi continuou a pensar consigo mesmo: “Um dia destes Saul vai me apanhar. É melhor eu me esconder na terra dos filisteus, até que Saul desista de me perseguir por toda parte em Israel; assim ficarei livre de perigo”.
1Sa 27.4Logo chegou a Saul a notícia de que Davi tinha fugido para Gate, de maneira que deixou de persegui-lo.
1Sa 28.3Saul teme os filisteus e busca En-DorNessa ocasião, Samuel já tinha morrido, e todo o Israel tinha chorado a sua morte. E Samuel tinha sido sepultado em Ramá, sua cidade natal. O rei Saul tinha expulsado do país todos os médiuns e os adivinhadores.
1Sa 28.4Os filisteus acamparam em Suném, e Saul e os exércitos de Israel acamparam em Gilboa.
1Sa 28.5Quando Saul viu o enorme exército dos filisteus, ficou tremendo de medo
1Sa 28.6e consultou o Senhor quanto ao que deveria fazer. Porém, o Senhor não lhe deu resposta, nem por meio de sonhos, nem por Urim ou por intermédio dos profetas.
1Sa 28.7Então Saul deu ordens aos seus auxiliares: “Vão e procurem uma médium, de maneira que eu possa consultá-la”. Eles encontraram uma em En-Dor.
1Sa 28.8Saul então se disfarçou, usando roupas comuns, em vez de usar suas vestes reais. Ele foi à casa da mulher, à noite, acompanhado por dois dos seus homens. Ele disse a ela: “Quero falar com um homem que está morto. Pode fazer subir o espírito desse homem?”
1Sa 28.9Mas a mulher disse: “O senhor certamente sabe que Saul mandou matar todos os médiuns e os adivinhadores. Por que o senhor está armando uma cilada para mim, para que eu seja morta?”
1Sa 28.10Porém, Saul fez um juramento pelo Senhor, dizendo: “Tão certo como vive o Senhor, nenhum mal virá sobre você por isso”.
1Sa 28.12Quando a mulher viu Samuel, ela soltou um grito e disse a Saul: “O senhor me enganou! O senhor é Saul!”
1Sa 28.13“Não tenha medo!”, o rei disse a ela. “O que você está vendo?” “Vejo um ser como um deus, que sobe da terra”, ela disse.
1Sa 28.14Ele perguntou: “Qual é a aparência dele?” “É um ancião subindo envolto em um manto”, respondeu ela. Então Saul entendeu que era Samuel, e se curvou com o rosto no chão.
1Sa 28.15“Por que você me perturba, trazendo-me de volta?”, Samuel perguntou a Saul. “Porque estou muito angustiado”, respondeu Saul. “Os filisteus estão guerreando contra nós, e Deus me abandonou e não me responde por profetas, nem por sonhos; por isso chamei o senhor para que me diga o que devo fazer”.
1Sa 28.20Então, na mesma hora, Saul caiu estendido ao chão, paralisado de terror pelas palavras de Samuel. Ele também estava sem forças devido à fome, pois não tinha comido nada durante todo aquele dia e toda aquela noite.
1Sa 28.21Quando a mulher viu o quanto ele estava perturbado, disse: “Senhor, obedeci às suas ordens, com risco de minha própria vida.
1Sa 28.25Ela trouxe a refeição ao rei e aos seus homens, e eles comeram. Depois foram embora naquela mesma noite.
1Sa 29.3Porém, os comandantes filisteus perguntaram: “O que esses israelitas fazem aqui?” E o rei Aquis lhes respondeu: “Este é Davi, o homem que era servo de Saul, rei de Israel. Ele está comigo há mais de um ano, e desde que chegou, não encontrei nenhuma falta nele”.
1Sa 29.5Não é este o Davi de quem as mulheres de Israel cantavam em suas danças: ‘Saul matou seus milhares, e Davi matou suas dezenas de milhares’?”
1Sa 31.2Os filisteus cercaram Saul por todos os lados e mataram seus filhos Jônatas, Abinadabe e Malquisua.
1Sa 31.3O combate agravouse cada vez mais contra Saul. Os que atiravam flechas com arco viram onde Saul estava; eles o alcançaram e o atingiram.
1Sa 31.4Então Saul disse ao seu escudeiro: “Tire a sua espada e atravesseme, antes que esses filisteus, adoradores de deuses falsos, me prendam e me torturem”. Porém o seu moço teve medo de matá-lo. Então Saul tomou sua própria espada, atirou-se sobre a ponta da lâmina, e esta atravessou o seu corpo.
1Sa 31.5Quando o escudeiro viu que Saul estava morto, também ele se atirou sobre sua espada e morreu ao lado do rei.
1Sa 31.6Dessa maneira, Saul, seus três filhos, seu escudeiro e todos os seus soldados morreram naquele mesmo dia.
1Sa 31.7Quando os israelitas que estavam no outro lado do vale e além do Jordão souberam que seus companheiros tinham fugido e que Saul e seus filhos estavam mortos, abandonaram as suas cidades. E os filisteus vieram morar nelas.
1Sa 31.8No dia seguinte, quando os filisteus saíram para saquear os mortos, encontraram os corpos de Saul e dos seus três filhos no monte Gilboa.
1Sa 31.11Mas quando os moradores de Jabes-Gileade ouviram o que os filisteus tinham feito com Saul,
1Sa 31.12os guerreiros mais corajosos dessa cidade viajaram a noite inteira até Bete-Seã; desceram do muro os corpos de Saul e de seus filhos, e os trouxeram a Jabes, onde foram queimados.
2Sa 1.1A notícia da morte de Saul chega a DaviDepois da morte de Saul, Davi voltou a Ziclague após a vitória sobre os amalequitas.
2Sa 1.2Três dias mais tarde, veio um homem do exército israelita com as roupas rasgadas e terra sobre a cabeça, como sinal de tristeza. Ele inclinou-se diante de Davi com o rosto no chão, como sinal de respeito.
2Sa 1.4“O que foi que aconteceu?”, Davi perguntou. “Diga-me como foi a batalha”. E o homem respondeu: “Todo o nosso exército fugiu. Muitos homens estão mortos e feridos no campo, e Saul e seu filho Jônatas foram mortos”.
2Sa 1.5Então Davi perguntou ao homem que havia trazido a notícia: “Como é que você sabe que eles estão mortos?”
2Sa 1.6“Porque eu estava no monte Gilboa e vi que Saul estava apoiado sobre sua lança, e os carros inimigos e seus cavaleiros estavam chegando cada vez mais perto dele, cercando-o por todos os lados.
2Sa 1.12Eles lamentaram, choraram e jejuaram o dia todo por Saul e por seu filho Jônatas, pelo exército do Senhor e pelo povo do Senhor, que morreram naquele dia à espada.
2Sa 1.17Davi chorou muito, e mais tarde escreveu um hino triste para Saul e Jônatas,
2Sa 1.21Ó montes de Gilboa, não caia orvalho nem chuva sobre vocês, nem haja plantação de cereais nas suas encostas. Pois ali os escudos dos guerreiros valentes foram profanados, bem como o escudo do poderoso Saul, que perdeu seu brilho.
2Sa 1.22Do sangue dos feridos, da carne dos valentes o arco de Jônatas nunca recuou, e a espada de Saul nunca falhou. Eles nunca voltavam das batalhas com as mãos vazias.